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IMO – Instituto de Moléstias Oculares em 07/02/2007
Estudo recente divulgado pela Organização Mundial de Saúde, OMS, revela que as principais causas de morte no mundo mudarão em 25 anos e a América Latina será uma das regiões onde esta mudança será mais evidente, por causa do maior impacto das afecções crônicas - cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e diabetes - e por causa grande do aumento da incidência da AIDS. Segundo o trabalho, em 2030, o diabetes mellitus será a segunda causa de morte na América Latina, enquanto a AIDS ocupará o quarto lugar. Assim, o diabetes duplicará seu impacto e, em comparação aos 5% de mortes que provoca atualmente, passará a causar 10% dos óbitos, enquanto a AIDS, que hoje é a 10ª causa de falecimento, representará 4,8%, contra o 2,5% atual.
De acordo com os indicadores da OMS, o mundo já vive uma epidemia de diabetes. Em 1985, a doença atingia aproximadamente 30 milhões de pessoas. O número aumentou para 135 milhões em 1995 e para 177 milhões em 2000. A entidade estima que a prevalênc ...
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Adoçantes e bebidas light podem prejudicar a saúde
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Ministério Público RS em 31/01/2007
O alerta é do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. É preciso atenção ao usar adoçantes. Substâncias como os edulcorantes e o ciclamato sódico, presentes em todos produtos dietéticos, podem comprometer a saúde do consumidor, provocando alterações genéticas e atrofia dos testículos.
As embalagens não trazem informações importantes, como por exemplo, o limite de consumo. Portanto, ao não informar o índice de Ingestão Diária Aceitável, os fabricantes de adoçantes e produtos diets e lights ferem o código de defesa do consumidor.
O ciclamato sódico, por exemplo, é contra-indicado também para hipertensos e portadores de problemas renais. No Brasil, ele é encontrado em vários refrigerantes, como Coca-Cola Light e Lemon, Sprite Zero, Dolly Guaraná Diet, Guaraná Diet e Soda Limonada Diet da Antarctica, entre outros.
Consultar um médico:
Pesquisas revelam que 35 por cento das famílias brasileiras consomem algum tipo de produto light ou diet, sendo os mais freqüentes ado ...
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Estado deve custear exame de ressonância magnética
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Tania Bampi em 31/01/2007
Sofrendo de dor crônica no joelho direito, o doente interpôs recurso no TJRS para que o Estado custeie a realização de exame de ressonância magnética, indeferido na Comarca de Panambi. A liminar foi concedida pelo Desembargador Irineu Mariani, plantonista da Câmara de Medidas Urgentes de Direito Público do TJ, com fundamento na Constituição Federal.
O magistrado citou que a Carta Magna inclui a saúde entre os direitos e garantias individuais (art. 6°), e dispõe que é um direito de todos e dever do Estado (art. 196). Ao tratar da seguridade social, assegurou o direito relativo à saúde (art. 194, caput).
“No caso concreto, cabe ao profissional da área médica indicar os exames que devem ser realizados para que se obtenha um diagnóstico correto do problema, possibilitando seja ministrado o tratamento mais adequado”, observou o Desembargador.
O autor da ação afirma que há risco de perder os movimentos da perna caso não realize o exame, que permitir diagnosticar o problema e tr ...
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Quem compra pela internet corre riscos
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Anvisa em 30/01/2007
O usuário perde suas garantias como consumidor ao comprar um medicamento pela internet. Esse é o alerta do gerente-geral de Inspeção e Controle de Insumos, Medicamentos e Produtos da Anvisa, Roberto Barbirato. De acordo com ele, a aquisição de produtos de saúde pela rede mundial de computadores revela uma contradição: o baixo custo e a facilidade de acesso se contrapõem à insegurança quanto à qualidade e à legitimidade desses produtos.
“Ao comprar pela Internet, você não sabe de onde o produto vem, ou onde estava estocado. Além disso, não tem como receber orientações dos profissionais de saúde, nem reclamar em caso de problemas, não sendo possível solicitar trocas se houver qualquer anormalidade. O usuário perde todo o seu direito legal”, destaca.
Barbirato acentua que, atualmente, não existe legislação para venda de medicamentos pela internet. “Se não há regulamentação para esse tipo de prática, partimos dos princípios da lei 5991 de 1973, que regulamenta o estabeleciment ...
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