Não é a desesperança
A última que nos afaga.
Uma triste infâmia,
Deixa marcas que nem sempre
A vida apaga.
E de tudo fica um pouco.
De um pouco, às vezes, nada.
Mas além desse pouco,
Que fica de tudo,
Ainda nos resta
O mundo do amanhã,
Que sempre nasce,
Trazendo esperança.