Não deixe-me a sós com o coração
temo derramar melancolia pelos olhos
o céu amanheceu endiabrado
lá pras bandas do meu amor.
Toda saudade me navalha o fígado.
Toda ausência me arruína as unhas.
Não deixe-me a sós com o coração
temo me perder primeiro pelo olhar
e logo mais por toda a solidão.
do seu livro Meandros do coração